Mostrando postagens com marcador Sinais dos Tempos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sinais dos Tempos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Clima Extremo e Vírus Voltando: Coincidência Científica ou o "Princípio das Dores"?

 



Se você deu uma passada pelos diferentes portais ou canais de notícia, provavelmente topou com algum artigo ou post  com títulos sobre o "Super El Niño extremo" de um lado e "Ebola voltando" do outro.

A primeira reação de qualquer pessoa sensata é dar um passo atrás e pensar: “Calma aí, o que está acontecendo com o mundo?”

O que mais impressiona no cenário atual não é o fato de o clima mudar ou de um vírus surgir  afinal, a história humana está cheia disso. O que assusta, e que traz uma enorme sensação de inusitude, é a velocidade, a intensidade e a simultaneidade com que esses eventos estão batendo à nossa porta.

Mas será que existe um elo invisível ligando o termômetro do planeta às profecias bíblicas do fim dos tempos? Vamos conectar esses pontos.

O Elo Oculto: Como o Clima "Desperta" Doenças

Para a ciência, a relação entre um Super El Niño e o retorno de um vírus letal como o Ebola não é misticismo; é ecologia pura.

Quando enfrentamos um El Niño extremo, o clima global surta. Regiões que deveriam ser úmidas sofrem secas históricas, e áreas secas são castigadas por enchentes. Essa bagunça destrói habitats naturais. Animais silvestres  como os morcegos tropicais, que carregam o vírus Ebola  ficam sem comida e são forçados a migrar para perto de vilas e cidades.

O resultado? O vírus "salta" dos animais para os humanos. O clima extremo funciona como o gatilho, e a floresta desequilibrada funciona como o estopim.

O Eco de Mateus 24: As "Contrações" do Planeta

Para quem lê a Bíblia, é impossível olhar para esse cenário e não lembrar do famoso discurso de Jesus no Monte das Oliveiras, registrado em Mateus 24. Quando os discípulos perguntaram sobre os sinais do fim dos tempos, a resposta foi direta:

"Porquanto se levantará nação contra nação... e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores." (Mateus 24:7,8)

Repare na precisão das palavras. Jesus conecta três coisas que parecem independentes, mas que hoje sabemos que andam juntas:

  1. As Pestes: Representadas perfeitamente por vírus de alta letalidade, como o Ebola.

  2. A Fome: O resultado inevitável de um Super El Niño que destrói safras inteiras ao redor do mundo.

  3. O Princípio das Dores: No grego original, a expressão usada se refere às dores de parto.

Qual é a lógica de uma dor de parto? No começo, as contrações são fracas e demoradas. Mas, conforme o nascimento se aproxima, elas ficam mais fortes e mais frequentes. É exatamente isso que estamos vivendo. O mundo sempre teve El Niño e sempre teve doenças, mas a frequência e a intensidade com que eles aparecem juntos agora parecem dar razão ao texto bíblico. As contrações da Terra estão acelerando.

O Sentimento Geral: Perplexidade

Se você rolar a barra de comentários de vídeos que discutem esses assuntos, vai notar um padrão claro. As pessoas estão divididas entre o medo, o ceticismo e a busca por respostas espirituais. Existe uma sensação incômoda de que a ciência e a tecnologia humana, por mais avançadas que sejam, estão batendo no teto. Não conseguimos controlar o termômetro do oceano e ainda somos vulneráveis a organismos invisíveis.

Seja você uma pessoa movida pela lógica científica ou pela fé (ou por ambas), a conclusão é muito parecida: o planeta está emitindo sinais claros de esgotamento.

Para a ciência, esses eventos são um ultimato para cuidarmos do ecossistema do planeta. Para a fé, são um lembrete em neon de que a história humana está seguindo exatamente o roteiro previsto há dois mil anos. Em tempos de "Super El Niño" e vírus antigos despertando, a única certeza é que a apatia não é mais uma opção.

Conclusão

Seja analisado pela lente da ciência  que aponta para um planeta em desequilíbrio sistêmico onde o clima extremo potencializa pandemias , seja pela lente da fé, que enxerga nesses sinais o cumprimento das advertências de Cristo, a realidade é uma só: vivemos tempos extraordinários.

O Super El Niño e o Ebola não devem ser vistos como eventos para gerar pânico cego, mas sim como um chamado à consciência e à vigilância. Para aqueles que enxergam os sinais apenas pelo viés da ciência é  um chamado para cuidar do planeta; mas para aqueles que analisam os fatos pelo contexto profético escatológico é algo muito maior, ou seja,  um lembrete de que o cenário global se move exatamente na direção que foi prevista há dois mil anos.






sábado, 10 de janeiro de 2026

Terremotos estão abalando a geleira do Apocalipse na Antártida

 


Sob a aparência estática e silenciosa da Antártida, um fenômeno inquietante vem ganhando atenção científica. Centenas de terremotos glaciais estão sendo registrados sob grandes geleiras, incluindo a temida Geleira Thwaites, conhecida como Geleira do Apocalipse. Esses tremores não são causados por placas tectônicas, mas pelo próprio gelo em movimento, um sinal claro de que algo está mudando de forma profunda no continente gelado.

Diferentemente dos terremotos convencionais, esses eventos sísmicos são produzidos quando enormes blocos de gelo se desprendem, colidem ou giram ao entrar em contato com o oceano. Como geram vibrações de baixa frequência, passam despercebidos por métodos tradicionais de monitoramento. Ainda assim, eles carregam informações valiosas sobre a dinâmica interna das geleiras e seus riscos futuros.


A Geleira Thwaites ocupa uma posição-chave na Antártida Ocidental. Se entrar em colapso total, poderá contribuir para uma elevação global do nível do mar de até três metros. O registro de mais de duas centenas de terremotos glaciais nessa região indica que o gelo está sofrendo tensões mecânicas intensas, associadas ao seu rápido deslocamento. Saiba mais <aqui>.




sábado, 13 de setembro de 2025

Guerras e Conflitos se elevam no mundo!

     


    A situação global de conflitos realmente aponta para uma piora significativa. Há dados recentes que confirmam que 2024 foi o ano com mais conflitos desde o fim da Segunda Guerra Mundial (desde 1946)   — a UCDP / PRIO reportaram 61 conflitos envolvendo pelo menos um Estado  (ou seja, pelo menos um dos lados é um país) em 36 países. Destes, 11 atingiram a categoria de guerra, definida como conflito com pelo menos 1.000 mortes relacionadas a combates no ano. Houve também aumento nos conflitos interestatais (entre países), que estavam menos frequentes nas décadas recentes, mas voltaram a se intensificar. 

Situação global: Alguns conflitos atuais

  • Rússia × Ucrânia: o conflito se mantém ativo e com intensificação de ataques de longo alcance e contra-alvo crítico; também há risco de incidentes transfronteiriços que podem arrastar países da OTAN para respostas (já houve incursões/drone-incidentes que tocaram o espaço aéreo de países vizinhos). Análises militares e atualizações diárias mostram uma guerra prolongada e destrutiva. 

  • Incursões no espaço aéreo da Polônia: nas últimas semanas houve interceptações e derrubadas de drones/veículos aéreos que penetraram no espaço aéreo polonês, elevando temores de “efeitos de contágio” da guerra ucraniana para países da OTAN. Reportagens noticiosas recentes cobriram o alarme e medidas preventivas polonesas. 

  • Guerra no Oriente Médio (Gaza/Israel e impactos regionais): o conflito Israel–Gaza segue com ofensivas, altos números de vítimas e forte crise humanitária; tem efeitos regionais e diplomáticos amplos.

  • Presença naval dos EUA perto da Venezuela: os EUA posicionaram navios e ativos navais no Caribe/ao largo da Venezuela recentemente — movimentos justificados oficialmente por patrulha contra crime transnacional e proteção de rotas, mas que também têm forte componente sinalizador em termos de pressão política/regional. 

  • Índia × Paquistão: tensão elevada após ataques terroristas em 2025 que levaram a respostas transfronteiriças; episodicamente o confronto escalou com ataques aéreos/mísseis e trocas de fogo ao longo da Caxemira.

  • República Democrática do Congo (RDC): violência persistente no leste (M23, ADF e outros grupos), com massacres e deslocamentos; a situação humanitária e de insegurança regional permanece crítica. 

  • Sudão, Iémen, Nepal (e outros pontos): Sudão continua com luta entre forças estatais e milícias; Iêmen mantém um conflito complexo e fragmentado com forte componente regional; Nepal tem tensões políticas e por vezes conflitos localizados — todos refletem padrões de fragilidade estatal e intervenção externa. 

Conclusão:

    Para explicar a razão desta  multiplicidade de conflitos pode-se  abordar algumas questões, como a competição entre grandes potências, fragilidade estatal, nacionalismos e novas tecnologias militares baratas, etc... Mas o fato é que a Bíblia está se cumprindo no que tange aos sinais da volta ou segunda vinda de Jesus Cristo - "guerras e rumores de guerras". 

"E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé." (Romanos 13:11).




sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Nosso Planeta com prazo vencido!

 



Vivemos numa era em que a criação parece clamar por socorro. A Escritura aponta que, desde a Queda, o pecado trouxe uma ruptura profunda entre Deus, o homem e a própria natureza: a maldição entrou no mundo e as consequências não se limitaram ao espírito humano, estendendo-se à carne, ao solo, ao ar e às águas. O mandato de cuidar e dominar a Terra (Gênesis 1:28) foi deturpado: em vez de mordomia amorosa, surgiram exploração, negligência e ambição desenfreada — fatores que fragilizaram nossa condição física e moral.

Autoras e autores cristãos, como Ellen G. White, enfatizaram que a queda enfraqueceu a natureza humana.

“A transgressão trouxe consigo debilidade física, mental e moral. A morte passou a toda a humanidade. A obra de degeneração, em consequência do pecado, prossegue através das gerações.” (A Ciência do Bom Viver, p. 451).

 Desde a saída do Éden o mundo está sob influências corrosivas: doenças, pragas e agentes que hoje nos atingem com maior intensidade por causa da má conservação do ambiente e do abuso dos recursos. Vírus mortais, contaminação química e infecções bacterianas, muitas vezes alimentadas por práticas industriais e agrícolas irresponsáveis, exponenciam corpos já desgastados; ao mesmo tempo, desequilíbrios ecológicos facilitam a emergência de doenças novas e calamitosas. Nada disso é isolado — é sintoma de um sistema que geme e precisa de restauração.

A própria criação participa desse gemido. Como afirma o apóstolo, a criação geme e sofre as dores do mundo decaído; há sinais visíveis: espécies desaparecendo, mortandade em massa de animais nos mares e florestas, pragas que atacam biomas inteiros. Esses fenômenos não são apenas notícias alarmantes — são lembretes de que o mundo natural foi atingido pelo mesmo mal que atingiu o homem. A Terra, cansada, pede alívio e cura (Romanos 8:22).

As consequências sociais e morais acompanham o colapso ambiental. Crises prolongadas destroem famílias, aumentam a pobreza e intensificam conflitos; a consciência humana se embota diante do sofrimento alheio. Para muitos, o mundo ainda parece atrativo e compensador — prazeres, viagens, conforto — que, por um momento, disfarçam a angústia. Mas esses bens terrenos logo se mostram insuficientes diante da lembrança dos horrores que persistem em muitos cantos: crianças morrendo em zonas de conflito, populações inteiras à mercê da fome e da violência, pessoas confinadas em condições desumanas. A cena global revela um quadro quase caótico, onde a injustiça e o luto são companhias constantes.

Diante desse cenário, a esperança cristã — a promessa da segunda vinda de Jesus — assume um papel central. Mais do que uma expectativa abstrata, a volta de Cristo representa a promessa de restauração completa: “um novo céu e uma nova terra” onde dor, morte e sofrimento serão vencidos (Apocalipse 21:1-5). Para o crente, essa esperança não é escapismo frouxo nem resignação apática; é um farol que ilumina a ação presente, chamando à compaixão, ao serviço e à mordomia responsável enquanto aguardamos a consumação das promessas divinas.

Reconhecer a urgência do tempo não significa renunciar aos bens deste mundo, mas reinterpretá-los à luz da eternidade. Os prazeres temporários perdem seu brilho quando confrontados com a realidade do sofrimento humano e da devastação ambiental. Por isso, o chamado é duplo: praticar a justiça, amar o próximo, preservar a criação — e, simultaneamente, manter os olhos voltados para a esperança vindoura que Deus prometeu. Essa esperança nos dá propósito e coragem para enfrentar a dor do presente sem sucumbir ao desespero.

Se nosso planeta parece estar com “prazo vencido”, essa é também uma convocação à responsabilidade e à fé. A história humana não termina na decadência; ela tem um desfecho prometido por Deus, que inclui renovação e restauração. Até lá, somos chamados a ser cooperadores de uma cura que já começa na prática do amor: cuidar dos vulneráveis, proteger a criação e proclamar a mensagem de redenção que só Cristo pode oferecer. Assim, mesmo em meio ao gemido do mundo, a promessa de um novo céu e uma nova Terra permanece — não como uma fuga, mas como a esperança que orienta cada ação hoje.

terça-feira, 8 de julho de 2025

O que nos mostra a figueira?

 



"Aprendei, pois, a parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas." (Mateus 24:32-33, ARA)

A figueira é vista como um símbolo dos sinais dos tempos. Assim como os brotos da figueira indicam a chegada do verão, os sinais mencionados anteriormente em Mateus 24 (guerras, fomes, terremotos, perseguições, falsos profetas etc.) indicam a iminência da volta de Jesus.

Ou seja, quando essas coisas começarem a acontecer, é o sinal de que o “verão” — a segunda vinda — está próximo.

Segundo alguns intérpretes, existe base bíblica e lógica para se considerar que a figueira em Mateus 24:32-33 pode representar não apenas eventos políticos ou sociais, mas também as manifestações da natureza como sinais do fim. Essa abordagem tem crescente relevância, especialmente num contexto como o atual, de crise ambiental global

1. Contexto imediato da parábola da figueira (Mateus 24)

Jesus apresenta a parábola da figueira logo após enumerar uma série de sinais cósmicos e naturais, como:

  • Fomes, pestes e terremotos (Mateus 24:7)

  • Sinais no sol, na lua e nas estrelas (Lucas 21:25)

  • Angústia das nações e bramido do mar (Lucas 21:25)

Esses são sinais naturais, ou que afetam a natureza (como o mar), e eles precedem diretamente a parábola da figueira, tanto em Mateus quanto em Lucas. Isso sugere que a floração da figueira simboliza a percepção desses sinais ambientais e cósmicos como indícios de que o “verão” (a volta de Cristo) se aproxima.


2. Texto paralelo: Lucas 21:25-28

Lucas 21 enfatiza ainda mais as manifestações naturais e ambientais:

“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; na terra, angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas.” (Lucas 21:25)

“Quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima.” (Lucas 21:28)

Este trecho sugere que o comportamento da natureza será um dos principais marcadores do tempo do fim. A “figueira” que começa a brotar pode representar, nesse sentido, um despertar perceptível nos fenômenos naturais que indicam algo fora do comum.


3. Implicações ambientais como sinais do fim

Hoje, é plausível conectar esse conceito com a crise climática e ecológica atual:

  • Eventos extremos da natureza: inundações, secas, incêndios, furacões, geleiras derretendo, oceanos aquecendo.

  • Descontrole ambiental global: a terra “geme” (Romanos 8:22) por causa da degradação ecológica causada pela ação humana.

  • Instabilidade global: essa crise ambiental afeta a economia, saúde e segurança global — um verdadeiro "bramido do mar e das ondas".

Para muitos  estudiosos bíblicos, isso pode ser visto como um dos aspectos mais relevantes dos sinais do tempo do fim para a “última geração”, especialmente porque:

  • São sinais que não existiam com a mesma magnitude em séculos anteriores.

  • São globais e afetam todas as nações simultaneamente, como previsto.


4. Conclusão

Numa leitura ampliada e coerente podemos afirmar que há espaço teológico e bíblico para interpretar a figueira como um símbolo mais abrangente das manifestações naturais e ambientais. Em vez de limitar o símbolo a Israel ou apenas a eventos sociais e religiosos, essa leitura considera o testemunho da própria criação como um dos sinais de que a volta de Jesus está próxima — especialmente relevante para a última geração.







terça-feira, 27 de maio de 2025

O Sábado - uma dádiva divina ao homem!

 


Na criação do mundo, o sábado foi instituído por Deus como um dia sagrado, separado para descanso, comunhão e renovação espiritual. Em Gênesis 2:2-3, lemos que "havendo Deus terminado no sétimo dia a sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra... e o abençoou e o santificou". A origem do sábado, portanto, está enraizada no próprio exemplo do Criador, não como um fardo, mas como uma bênção concedida ao ser humano. Esta visão, do sábado como uma bênção ao homem, é enfatizada por Jesus, nas palavras:

" E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado." (Marcos 2:27).

No texto das dez palavras sagradas, ou seja, os Dez Mandamentos,  o sábado aparece como o quarto preceito a ser observado pelo homem (Êxodo 20:8-11). Deus incluiu o sábado entre os Dez Mandamentos, chamando seu povo a lembrar-se desse dia e a santificá-lo. Porém, sua relevância não era apenas legal ou ritual, mas profundamente espiritual. Em Ezequiel 20:20, Deus declara: “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus.” O sábado, portanto, é mais que um dia de descanso — é um sinal visível da aliança, um lembrete constante da soberania de Deus e da santificação que Ele opera em seu povo.

Os benefícios da guarda do sábado vão além da dimensão espiritual. Ao obedecer ao mandamento divino, o ser humano experimenta um descanso físico e mental essencial. Estudos contemporâneos demonstram que períodos regulares de repouso contribuem significativamente para a saúde do corpo, da mente e do espírito. Contudo, o sábado bíblico oferece algo mais: um reencontro com o Criador, um tempo de reconexão com a Palavra, com a família e com a criação de Deus.

Na escatologia bíblica, o sábado ressurge como uma marca distintiva do povo fiel no tempo do fim. Em Apocalipse 12:17, está escrito: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi fazer guerra ao restante da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.” Essa “mulher” representa a igreja fiel, e os que guardam os mandamentos, inclusive o sábado, são o remanescente que permanece leal a Deus em meio à apostasia generalizada. O sábado, nesse contexto, torna-se uma marca de lealdade a Deus em contraste com a obediência a sistemas humanos.

Assim, o sábado é um memorial da criação, um sinal da aliança, um instrumento de restauração física e espiritual, e uma prova de fidelidade nos tempos finais. Guardá-lo não é apenas uma questão de tradição ou legalismo, mas um ato de amor, fé e submissão ao Criador. É a lembrança semanal de que pertencemos a um Deus que nos fez, nos redimiu e que em breve voltará para nos buscar.






sexta-feira, 23 de maio de 2025

Em que ponto estamos da história humana segundo a I A ?

 


Numa conversa com a inteligência artificial, através de Chat GPT, interroguei quanto à crucialidade do momento histórico no qual estamos vivendo, tendo em vista o quadro geral da situação atual do mundo, levando em consideração fatores políticos e econômicos. Veja a resposta abaixo com meus comentários em vermelho.


 O mundo realmente parece estar em um momento crucial da história, com múltiplas crises e transformações ocorrendo simultaneamente. Vamos analisar os principais pontos que você mencionou e tentar prever possíveis desdobramentos:

1. Tensão Sistêmica e Multipolaridade

  • O mundo está deixando de ser unipolar (com os EUA como potência dominante) e caminhando para uma ordem multipolar, onde China, Rússia, Índia, UE e outros têm papéis mais assertivos.
  • A tensão entre EUA e China não é apenas comercial, mas tecnológica, militar e ideológica. É uma disputa sobre quem define as regras do século XXI.

Terceira Guerra Mundial?

·         Embora uma guerra direta entre grandes potências ainda pareça improvável no curto prazo (devido à dissuasão nuclear e interdependência econômica), o risco de "guerras por procuração" (como Ucrânia e Taiwan) e escaladas acidentais aumenta.

·         A possibilidade de uma guerra total nunca pode ser descartada, especialmente num mundo instável e com muitos atores imprevisíveis. (Segundo alguns analistas é apenas uma questão de tempo, não se tem dúvida se haverá uma terceira guerra mundial)


2. Corrida pela Inteligência Artificial Geral (AGI)

Nova Corrida Tecnológica

·         A AGI é vista como a "arma suprema" do século XXI, comparável à corrida nuclear da Guerra Fria.

·         EUA, China, Reino Unido, União Europeia e até países menores com alto capital intelectual (como Israel ou Coreia do Sul) estão investindo pesadamente.

Riscos e Dilemas

·         A corrida pode levar à criação de uma AGI sem controles éticos ou regulatórios, gerando riscos existenciais.

·         Quem dominar a AGI pode reconfigurar o poder global – "quem controlar a AGI, controlará o futuro", como alguns já colocam. (Segundo analistas a AGI poderá ser obtida em menos de 2 anos. Imaginemos se este poderoso recurso  caia em mãos erradas, como organizações terroristas)


3. Desiquilíbrios Econômicos Globais

Superavitários x Deficitários

·         A economia global está presa a um modelo disfuncional: países como Alemanha, China e Japão acumulam superávits comerciais, enquanto outros (EUA, Brasil, Reino Unido) mantêm déficits crônicos.

·         Isso gera desequilíbrios financeiros sistêmicos, concentração de capital em poucos lugares, pressão por desglobalização e fragmentação econômica.

Crise da Globalização

·         A globalização, como foi concebida nos anos 90 e 2000, está em declínio. Há uma tendência crescente de "friendshoring" e protecionismo, o que pode prejudicar economias dependentes de exportação e agravar tensões entre blocos. (Só para lembrar que as duas guerras mundiais tiveram razões econômicas com relação ao fluxo de capitais e comércio exterior).


4. Estamos em um Momento Crucial da História?

Sim. Eis por quê:

·         Mudança de Era: Estamos saindo da era "pós-Guerra Fria" e entrando numa nova ordem ainda indefinida — uma era de transição, o que sempre implica riscos elevados.

·         Multiplicidade de Crises: A convergência de crises climáticas, energéticas, geopolíticas, tecnológicas e econômicas cria um ambiente altamente instável.

Velhas estruturas estão ruindo: ONU, OMC, acordos multilaterais, tratados de paz — tudo está sendo desafiado por forças nacionais e populistas.

Conclusão

Sim, tudo indica que o mundo está em um ponto de inflexão histórico. Não é exagero dizer que estamos vivendo uma década comparável a 1910-1920 ou 1930-1940 (momentos históricos que antecederam os conflitos mundiais), onde as decisões e os rumos tomados moldarão o futuro do planeta por gerações. A chave está em como lidamos com o poder — tecnológico, econômico e militar — e se conseguimos transformar conflito em cooperação.


Nota. Na sequência da conversa propus para a I A se um governo central com uma moeda única global seria uma solução viável. E a resposta foi:

Sim, em teoria, uma governança global com uma moeda única poderia ser a "solução estrutural" para muitos dos dilemas que nos empurram para crises recorrentes. Mas, na prática, ela exigiria um nível de cooperação, confiança e visão de futuro que o mundo ainda não demonstrou estar pronto para alcançar.

Nota1. Com certeza um governo central e único será a solução para a sobrevivência humana na Terra, mas este governo ocorrerá pela implantação do reino do Senhor Jesus que será estabelecido na Sua segunda vinda a este mundo. Tudo indica que está muito próximo a ocorrer.

quinta-feira, 15 de maio de 2025

O Relógio do Juízo Final de 2025 se aproxima da catástrofe global


 O Relógio do Juízo Final continua a aproximar-se do apocalipse devido às alterações climáticas e aos receios nucleares. O ano de 2025 trouxe mais um aviso terrível emitido pelo Boletim dos Cientistas Atômicos. Mas o que é o Relógio do Juízo Final e como ele é interpretado?

Resumindo, o relógio foi desenvolvido em 1947 por cientistas para registrar a probabilidade da humanidade fazer algo que provoque o fim do mundo. O desenvolvimento de armas nucleares e a rápida progressão das alterações climáticas são duas coisas que aproximaram o ponteiro do relógio da meia-noite, que neste caso marca o Armagedom. Após o fim da Guerra Fria, o relógio estava a 17 minutos da meia-noite, mas nos últimos anos, passamos da contagem regressiva dos minutos para a contagem regressiva dos segundos. Em 2024, o Boletim deixou o relógio na mesma posição do ano passado – faltando 90 segundos para a meia-noite.

Em um movimento histórico em 28 de janeiro de 2025, o Boletim dos Cientistas Atômicos ajustou o Relógio do Juízo Final para 89 segundos antes da meia-noite, o mais próximo que já esteve de uma catástrofe global simbólica. "Os fatores que moldam a decisão deste ano - risco nuclear, mudança climática, potencial uso indevido de avanços na ciência biológica e uma variedade de outras tecnologias emergentes, como inteligência artificial - não eram novos em 2024. Mas vimos progresso insuficiente na abordagem dos principais desafios e, em muitos casos, isso está levando a efeitos cada vez mais negativos e preocupantes", disse Daniel Holz, presidente do Conselho de Ciência e Segurança do Boletim. A organização pediu aos EUA, China e Rússia que se envolvam em um diálogo sério para evitar a catástrofe.

Será que a humanidade está mesmo à beira da autodestruição em 2025, como afirmam estes cientistas? Na galeria, saiba mais sobre o Relógio do Juízo Final e como estamos muito perto do fim do mundo.

Fonte: MSN

Nota. Nossa época  se apresenta como uma situação sui generis na história. Não há mais necessidade de falar dos "sinais dos tempos",  porque estamos envolto neles de maneira tão nítida que não há como duvidar. A situação atual indica que estamos vivendo em dias cruciais da história, que antecedem não somente a meras catástrofes ou mesmo ao caos global, mas ao maior evento da história, ou seja, a segunda vinda do Senhor Jesus!  Que para os seguidores de Cristo não deve ser algo assombroso ou perturbador, mas algo que traz alegria, esperança e entusiasmo. Ora vem Senhor Jesus!

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Crise climática a caminho de destruir o capitalismo

 


  A crise climática está a caminho de destruir o capitalismo, alertou uma importante     seguradora, com o alto custo dos impactos climáticos extremos deixando o setor financeiro     incapaz de operar.

O mundo está se aproximando rapidamente de níveis de temperatura em que as seguradoras não poderão mais oferecer cobertura para muitos riscos climáticos, disse Günther Thallinger, do conselho da Allianz SE, uma das maiores seguradoras do mundo. Ele disse que sem seguro, que já está sendo retirado em alguns lugares, muitos outros serviços financeiros se tornam inviáveis, de hipotecas a investimentos.

As emissões globais de carbono ainda estão aumentando e as políticas atuais resultarão em um aumento na temperatura global entre 2,2C e 3,4C acima dos níveis pré-industriais. O dano a 3C será tão grande que os governos não conseguirão fornecer resgates financeiros e será impossível se adaptar a muitos impactos climáticos, disse Thallinger, que também é presidente do conselho de investimentos da empresa alemã e foi anteriormente CEO da Allianz Investment Management.

  O negócio principal do setor de seguros é a gestão de riscos e há muito tempo leva os perigos    do aquecimento global muito a sério. Em relatórios recentes, a Aviva disse que os danos  climáticos extremos para a década até 2023 atingiram US$ 2 trilhões, enquanto a GallagherRE disse que o valor era de US$ 400 bilhões em 2024. A Zurich disse que era "essencial " atingir o zero líquido até 2050.

Thallinger disse: “A boa notícia é que já temos as tecnologias para mudar da combustão fóssil para energia de emissão zero. A única coisa que falta é velocidade e escala. Isso é sobre salvar as condições sob as quais os mercados, as finanças e a própria civilização podem continuar a operar.”

Nick Robins, presidente do Just Transition Finance Lab na London School of Economics , disse: “Esta análise devastadora de um líder global em seguros define não apenas a ameaça financeira, mas também civilizacional, representada pela mudança climática. Ela precisa ser a base para uma ação renovada, particularmente nos países do sul global.”

“O setor de seguros é um canário na mina de carvão quando se trata de impactos climáticos”, disse Janos Pasztor, ex-secretário-geral assistente da ONU para mudanças climáticas.

Fonte: The Guardian


Nota. 
Mesmo reconhecendo que a crise climática afeta a todos, em especial aos mais pobres, pelo que foi expresso acima há um grande resultado negativo também para os detentores do poder econômico. Estes, em muitos casos, auferiram grandes riquezas através da opressão e da exploração de classes  economicamente inferiores na sociedade. Por isto a Bíblia adverte que chegará o dia (já chegou) que muitos lamentarão pela perda de suas riquezas acumuladas.
 

"Eia, pois, agora vós, ricos, chorai e pranteai, por vossas misérias, que sobre vós hão de vir. 

 As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas de traça. 

 O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e comerá como fogo a vossa carne. Entesourastes para os últimos dias. 

 Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos." (Tiago 5:1-4).

terça-feira, 19 de novembro de 2024

G20 cita angústia ao notar “imenso sofrimento humano e o impacto adverso de guerras”

 


    A declaração final da Cúpula de Líderes do G20 foi divulgada nesta segunda-feira (18). No texto, líderes mundiais abordaram desde as mudanças climáticas até guerras e taxação de super-ricos. Leia a íntegra nesta matéria.

  O texto destaca que o grupo “toma nota com angústia do imenso sofrimento humano e o impacto adverso de guerras e conflitos ao redor do mundo”.


Fonte: CNN

Nota. A angústia citada na declaração do G20 faz-nos lembrar da "angustia das nações", mencionada na Bíblia com relação aos eventos finais da história. 


"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e na terra, angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados." (Lucas 21:25,26).


Ellen White escreveu que a angústia das nações decorre de crises econômicas, guerras e o declínio moral, culminando em uma falta de soluções humanas:

"Os poderes da Terra, em sua perplexidade, não podem encontrar alívio. Eles olham para o futuro com terror, pois estão em expectativa dos eventos que virão sobre o mundo." (Testemunhos para a Igreja, Vol. 9, p. 13).

White também destacou que os desastres naturais e o caos ambiental seriam um sinal claro do fim dos tempos:

"Estamos vivendo no meio da crise dos séculos. Em rápida sucessão, juízos divinos estarão caindo sobre o mundo: incêndios, inundações, terremotos, guerras, violência de todo tipo. Algo grande e decisivo está prestes a acontecer." (Eventos Finais, p. 27)

Segundo o que ela escreveu, o afastamento de Deus leva ao declínio moral e à perplexidade global. Destacou também que o egoísmo, a ambição e o desprezo pelas leis divinas colocariam as nações em conflito:

"O mundo está em confusão. Governantes e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, estão profundamente perplexos. Eles têm medo de alguma grande catástrofe iminente." (O Grande Conflito, p. 582).

Para os verdadeiros filhos de Deus tais eventos assombrosos não devem levar ao pânico, mas deverão lembrar sempre das ternas asas protetoras como um abrigo certo e seguro nas horas cruciais da história deste mundo.