terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Como superar a fadiga Emocional e Espiritual?

 

Quando o cansaço ou fadiga emocional e espiritual se instala, a vida parece perder cor, sentido e leveza. A mente fica sobrecarregada, o coração pesado e até aquilo que antes trazia alegria passa a exigir esforço. Nesses momentos, é importante lembrar que esse tipo de exaustão não é sinal de fraqueza, mas um alerta interior de que algo precisa de cuidado, pausa e realinhamento.

O primeiro passo para obter alívio é reconhecer o próprio estado sem culpa ou negação. Admitir que se está cansado emocional e espiritualmente é um ato de coragem. Muitas pessoas tentam continuar funcionando no “piloto automático”, ignorando os sinais internos, o que apenas aprofunda o esgotamento. Aceitar a necessidade de parar, ainda que brevemente, é essencial para iniciar a cura.

Em seguida, é fundamental reduzir o excesso de cargas. Isso inclui compromissos, expectativas externas e, principalmente, a autocrítica constante. Nem tudo precisa ser resolvido agora. Aprender a dizer “não”, estabelecer limites saudáveis e permitir-se descansar são atitudes que protegem a saúde emocional e espiritual. O descanso não é perda de tempo; é restauração.

No campo emocional, expressar o que se sente traz grande alívio. Conversar com alguém de confiança, escrever sobre as próprias dores ou buscar apoio profissional pode ajudar a organizar pensamentos e emoções que estão confusos ou reprimidos. Emoções não expressas tendem a se transformar em peso interno.

Espiritualmente, o caminho da cura passa por retomar a conexão com o que dá sentido à vida. Recorrer à oração, meditação, leitura de textos espirituais, como a Bíblia, ou momentos de silêncio. Também pode ser salutar o contato com a natureza, a prática da gratidão ou a reflexão sobre valores profundos. O importante não é o ritual em si, mas a sinceridade do encontro interior.

Também é necessário abandonar a ideia de perfeição espiritual desconectada da graça de Jesus. Muitas pessoas sofrem porque acreditam que deveriam estar sempre fortes, confiantes e cheias de fé. No entanto, o crescimento espiritual verdadeiro inclui fases de silêncio, dúvidas e fragilidade. Essas fases não são retrocesso, mas oportunidades de amadurecimento e aprofundamento.

Pequenos hábitos diários fazem grande diferença: cuidar do corpo, dormir adequadamente, alimentar-se melhor, respirar com atenção, caminhar sem pressa. O emocional e o espiritual não estão separados do físico; eles se influenciam mutuamente. Um corpo exausto dificulta qualquer processo de cura interior.

Por fim, é importante lembrar que a cura é um processo, não um evento imediato. Alívio pode vir aos poucos, em pequenos sinais: um pensamento mais leve, um momento de paz, uma esperança discreta que retorna. Respeitar o próprio ritmo, cultivar a paciência consigo mesmo e confiar que o descanso e a reconexão produzirão frutos é parte essencial do caminho.

Cuidar do cansaço emocional e espiritual é, acima de tudo, um ato de amor próprio. É permitir-se ser humano, incompleto, em processo — e ainda assim digno de cuidado, acolhimento e renovação.




sábado, 10 de janeiro de 2026

Terremotos estão abalando a geleira do Apocalipse na Antártida

 


Sob a aparência estática e silenciosa da Antártida, um fenômeno inquietante vem ganhando atenção científica. Centenas de terremotos glaciais estão sendo registrados sob grandes geleiras, incluindo a temida Geleira Thwaites, conhecida como Geleira do Apocalipse. Esses tremores não são causados por placas tectônicas, mas pelo próprio gelo em movimento, um sinal claro de que algo está mudando de forma profunda no continente gelado.

Diferentemente dos terremotos convencionais, esses eventos sísmicos são produzidos quando enormes blocos de gelo se desprendem, colidem ou giram ao entrar em contato com o oceano. Como geram vibrações de baixa frequência, passam despercebidos por métodos tradicionais de monitoramento. Ainda assim, eles carregam informações valiosas sobre a dinâmica interna das geleiras e seus riscos futuros.


A Geleira Thwaites ocupa uma posição-chave na Antártida Ocidental. Se entrar em colapso total, poderá contribuir para uma elevação global do nível do mar de até três metros. O registro de mais de duas centenas de terremotos glaciais nessa região indica que o gelo está sofrendo tensões mecânicas intensas, associadas ao seu rápido deslocamento. Saiba mais <aqui>.




sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

O equilibrio e perfeição da verdadeira religiosidade!

 


Quando questionado sobre qual seria o maior mandamento da Lei, Jesus respondeu de forma clara e definitiva:

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37–39).

Nessas poucas palavras, Cristo revelou o equilíbrio perfeito da Lei de Deus. Não se trata de dois princípios independentes, mas de uma unidade inseparável. O amor a Deus e o amor ao próximo são as duas faces da verdadeira religião bíblica.

Esse equilíbrio é claramente expresso nos Dez Mandamentos. Os quatro primeiros tratam diretamente dos deveres do ser humano para com Deus: quem Ele é, como deve ser adorado, o respeito ao Seu nome e o reconhecimento do sábado como memorial da criação (Êxodo 20:1–11). Já os seis últimos regulam os relacionamentos humanos — respeito à vida, à família, à propriedade, à verdade e à dignidade do outro (Êxodo 20:12–17). A ordem não é casual: o relacionamento correto com o próximo nasce, necessariamente, de um relacionamento correto com Deus.

Um dos grandes equívocos do nosso tempo é considerar suficiente apenas o aspecto horizontal da Lei — isto é, ser ético, respeitoso, solidário e cumpridor dos deveres sociais. Sem dúvida, esses valores são bons, necessários e desejáveis. A Bíblia os afirma claramente:

“Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mateus 7:12).

No entanto, quando esse fundamento humano é isolado de sua base espiritual, ele se torna incompleto. A verdadeira religiosidade não se sustenta apenas na empatia ou na sensibilidade social, por mais nobres que sejam. A Escritura declara que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Provérbios 9:10), e que sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11:6).

O próprio apóstolo João é enfático ao afirmar que não existe amor genuíno ao próximo sem amor a Deus:

“Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso” (1 João 4:20).
Mas ele também deixa claro o inverso: o amor ao próximo é fruto da relação com Deus, não um substituto dela (1 João 4:19).

Ellen G. White expressa esse princípio de forma equilibrada ao afirmar:

“A lei de Deus é o fundamento de todo o governo moral. Ela apresenta dois grandes princípios: amor a Deus e amor ao homem” (Caminho a Cristo, p. 60).
Em outra declaração, ela adverte contra a tentativa de separar esses aspectos:
“A obediência à lei de Deus exige amor a Deus e amor ao próximo. Uma religião que negligencia um desses pontos não pode ser aceita por Ele” (O Maior Discurso de Cristo, p. 49).

Portanto, considerar apenas a dimensão social da fé — ainda que correta e necessária — resulta em uma espiritualidade incompleta. A Palavra de Deus nos chama a reconhecer o Senhor como o único Ser digno de adoração (Êxodo 20:3; Apocalipse 14:7), colocando-O no centro da vida, das decisões e dos valores. É dessa devoção, desse respeito reverente e desse temor santo que nasce o amor verdadeiro ao próximo.

Em síntese, a Lei de Deus não oprime nem divide; ela harmoniza. O amor a Deus orienta o coração, e o amor ao próximo revela esse amor em ações concretas. Separar um do outro é esvaziar o propósito divino. Mas quando ambos caminham juntos, refletem o caráter do próprio Cristo — Aquele que amou perfeitamente ao Pai e se entregou plenamente pelos seres humanos (João 13:34; Filipenses 2:5–8).


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Como estar preparado para a volta de Jesus?


 Há muitos cristãos que caminham há décadas dentro de uma denominação evangélica. Conhecem a Bíblia, a doutrina, os hinos, a linguagem da fé. Já viveram avivamentos, crises, debates teológicos e mudanças na igreja. E, ainda assim, em algum momento silencioso da alma, surge uma inquietação difícil de ignorar: “Falta algo.” Não falta informação, não falta atividade religiosa, não falta convicção doutrinária. O que parece faltar é proximidade com a essência do evangelho.

Quando a prática religiosa se distancia da essência

Com o tempo, é possível confundir fidelidade ao evangelho com enquadramento a um sistema religioso. A fé vai se organizando em agendas, posições, defesas e identidades denominacionais. Nada disso é, em si, errado. O problema surge quando:

  • A ortodoxia cresce, mas o amor esfria

  • A vigilância escatológica substitui a compaixão diária

  • A espera pela volta de Cristo não se traduz em uma vida parecida com a de Cristo

Jesus colocou a realidade do evangelho como uma realidade prática presente, que se traduz e ética, altruísmo, sinceridade, isto é  viver o Reino agora

Por outro lado, sentir-se distante da essência do evangelho não significa abandono da fé, mas um chamado à centralidade. Muitas vezes, o que se perdeu não foi Jesus, mas a simplicidade do caminhar com Ele.

A essência do evangelho não está em saber mais, mas em:

  • Amar mais profundamente

  • Perdoar com mais sinceridade

  • Viver com mais humildade

  • Servir com menos necessidade de reconhecimento

O evangelho é menos sobre estar pronto para o fim e mais sobre ser fiel no caminho.

O preparo não é um estado, é uma relação

Talvez o erro esteja na ideia de “preparo pleno”. A Bíblia não apresenta o preparo como um ponto de chegada, mas como uma permanência:

“Permanecei em mim.”

Estar preparado não é sentir-se completo, mas estar conectado.
Não é ausência de falhas, mas presença de arrependimento genuíno.
Não é segurança em si mesmo, mas dependência contínua de Cristo.

Os discípulos nunca estiveram “prontos” no sentido ideal — e ainda assim caminharam com Jesus.

Neste aspecto a expectativa da volta de Cristo não deveria gerar paralisia espiritual nem culpa constante, mas urgência em viver o evangelho em sua forma mais pura: amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo.


Conclusão: quando a inquietação é graça

Talvez o sentimento de distância seja, na verdade, um convite gracioso  para voltar ao evangelho simples, para trocar desempenho por intimidade, para deixar menos espaço para a religião e mais para Cristo.

Sentir que falta algo pode ser doloroso, mas também pode ser santo. É sinal de que o coração ainda não se conformou com uma religiosidade ritualista ou mecânica. A essência do evangelho não se perde de uma vez — ela vai sendo substituída aos poucos, até que o Espírito nos desperta novamente.

Talvez não exista um momento em que diremos: “Agora estou plenamente preparado.”
Mas existe a possibilidade diária de dizer:
“Hoje, quero viver mais perto do coração de Jesus.”

E, no fim, talvez seja exatamente isso que significa estar preparado.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

O Evangelho e a polarização política!

 


O cenário político contemporâneo tem sido marcado por forte polarização, discursos inflamados e tentativas de reduzir a realidade a dois polos antagônicos: progressistas versus conservadores. Nesse ambiente, muitos cristãos, especialmente no meio evangélico, acabam absorvendo essa lógica binária e, não raro, procuram associar o confronto político-ideológico atual às profecias bíblicas, chegando a identificar tais disputas como uma antecipação direta do Armagedom apocalíptico. Essa leitura, porém, revela sérias incongruências quando confrontada com os ensinos de Jesus e com uma análise mais fiel da verdade bíblica.

Jesus não se alinhou a projetos políticos nem a ideologias nacionais. Viveu em um contexto profundamente politizado e opressivo, sob o domínio romano, onde existiam grupos claramente polarizados: zelotes revolucionários, fariseus legalistas, saduceus alinhados ao poder e herodianos colaboradores do império. Ainda assim, Cristo recusou-se a ser instrumentalizado por qualquer dessas agendas. Sua afirmação — “O meu reino não é deste mundo” (João 18:36) — não foi uma fuga da realidade, mas uma declaração clara de que o Reino de Deus opera em outra lógica, superior e transcendente aos jogos de poder humano.

A posição política do cristão, à luz do evangelho, não pode ser confundida com militância ideológica irrestrita nem com nacionalismos religiosos. Quando setores evangélicos tentam sacralizar projetos políticos específicos, transformando líderes, partidos ou nações em instrumentos diretos da vontade divina, incorrem no risco de idolatria e de distorção das Escrituras. O Armagedom bíblico não é um embate entre correntes políticas modernas, mas o desfecho de um conflito espiritual muito mais profundo, que envolve a fidelidade a Deus em oposição aos sistemas humanos que se levantam contra Sua soberania.

A verdade bíblica suplanta o debate político atual justamente porque não se deixa aprisionar por ele. Enquanto a política opera, em grande parte, por interesses particulares, alianças circunstanciais e narrativas convenientes, a doutrina de Jesus chama à coerência moral, à justiça, à misericórdia e à humildade. O cristão é chamado a ser “sal da terra” e “luz do mundo”, não ecoando slogans ou demonizando adversários, mas testemunhando um caráter moldado pelo evangelho, mesmo em meio a um mundo dividido.

Isso não significa indiferença social ou alienação. O cristão pode e deve exercer sua cidadania com responsabilidade, consciência crítica e compromisso ético. Contudo, sua esperança não está na vitória de um espectro político sobre outro, nem na consolidação de um projeto de poder terreno. A história humana, marcada por ciclos de dominação e queda, caminha para um encerramento que não será decidido nas urnas nem nos parlamentos, mas pela segunda vinda de Jesus.

Em tempos de polarização extrema, a fidelidade a Cristo exige discernimento para não confundir o Reino de Deus com reinos humanos. A missão da igreja não é vencer debates ideológicos, mas anunciar uma verdade que transcende todos eles: o governo final de Deus, justo e eterno, diante do qual todo poder humano, progressista ou conservador, se mostrará limitado e passageiro.

domingo, 4 de janeiro de 2026

O Último Império

 

Vivemos tempos de rápidas transformações geopolíticas, culturais e espirituais. Para muitos cristãos que interpretam as profecias bíblicas em perspectiva historicista, especialmente dentro da tradição adventista, os acontecimentos do mundo contemporâneo não são meros fatos isolados: eles se inserem num grande desígnio profético que culmina na segunda vinda de Jesus Cristo. Nesse quadro, a obra O Último Império (Vanderlei Dorneles), publicada pela Casa Publicadora Brasileira (CPB), destaca os Estados Unidos como a última grande potência hegemônica antes do retorno de Cristo, um papel confirmado por muitos escritos de Ellen G. White e evidenciado pelas tensões e eventos atuais no cenário internacional.

O papel dos EUA nas profecias dos últimos dias

Nas páginas de O Último Império, Dorneles resgata a interpretação bíblica de que uma nação — simbolizada de forma semelhante à “besta que emerge da terra” em Apocalipse 13 — terá papel central nos últimos acontecimentos mundiais, influenciando outras nações e exercendo liderança decisiva em questões civis e religiosas. Essa visão parte da interpretação historicista das profecias de Daniel e Apocalipse, na qual os Estados Unidos surgem como potência global com influência marcante sobre os destinos do planeta nas décadas finais da história humana.

Os escritos de Ellen G. White  apontam onde estamos no tempo, enfatizam que os eventos mundiais recentes são sinais de que estamos na “última crise da Terra”: “O mundo está em agitação, as calamidades por terra e mar, o estado incerto da sociedade, os alarmes de guerra, são presságios de que grandes mudanças estão para acontecer na Terra” — e que as profecias estão se cumprindo de forma visível diante de nós. Confira <aqui>.

Em Testemunhos Seletos, Ellen White afirma que nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos, especialmente em questões de influência religiosa e civil — uma referência ao modo como a legislação e as pressões sociais adotadas nos EUA podem se tornar modelo para outras nações no período final. (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 46).

Sinais contemporâneos que corroboram esse papel hegemônico

Enquanto alguns já consideram os EUA como uma nação em decadência, fadada a dar  lugar a outras potências emergentes como a China, surge uma reviravolta  nos acontecimentos provocados pela nova doutrina estadunidense para assuntos estratégicos. 

Esse quadro é relevante não apenas por alguns fatos geopolítico isolados, mas como um sinal da projeção de poder dos EUA em nível mundial — em que decisões e ações dessa nação repercutem diretamente na soberania de outras e reconfiguram alianças, decisões econômicas e políticas regionais e globais. A rapidez e a determinação com que os Estados Unidos executaram ações no Irã e Venezuela  têm sido tema dominante nas manchetes internacionais. 

Para grande parte dos intérpretes proféticos adventistas, isso não é mera coincidência, mas um indicativo de que a nação que emergiu como líder global após a Segunda Guerra Mundial continua a exercer influência decisiva nos eventos que antecedem o fim dos tempos. As pressões econômicas, disputas militares e diplomáticas, e as alianças estratégicas moldam um cenário que muitos entendem como parte das “sinais dos tempos” mencionados nas Escrituras — fenômenos que indicam que a consumação da história está se aproximando.

Ellen White e a urgência da preparação espiritual

Ellen G. White nunca ofereceu datas específicas para a vinda de Cristo — ela advertiu repetidas vezes que “o tempo exato da vinda de Cristo é um mistério que Deus guardou” — mas enfatizou que os sinais dos tempos estão se cumprindo rapidamente e que precisamos estar preparados. Confira <aqui>.

Em Evangelismo, ela escreve:

“As profecias que o grande EU SOU tem dado em Sua Palavra... dizem-nos onde estamos hoje na sucessão dos séculos, e o que se pode esperar no tempo por vir.” Confira <aqui>.

Essa ênfase na conexão entre profecias e acontecimentos mundiais, como tensões entre grandes potências, crises econômicas e conflitos geopolíticos, confirma que estamos vivendo um período que  está diretamente ligado aos “últimos dias” mencionados nas Escrituras.

Reflexão final

Ao ver potências globais em conflito, líderes sendo depostos e realinhamentos geopolíticos acontecendo em escala acelerada, é natural que surja em muitos cristãos o desejo de compreender o significado desses eventos à luz da profecia bíblica. A interpretação historicista, reforçada em obras como O Último Império e nos escritos de Ellen G. White, aponta os Estados Unidos como um eixo de influência relevante nos tempos finais — um papel que, à medida que os eventos se desenrolam, continua a ser objeto de reflexão, debate e estudo.