terça-feira, 24 de março de 2026

Um projeto de dominação financeira global pode estar por trás da guerra do Irã

 


Muito já se ouviu falar sobre a criação de um sistema financeiro global,  porém  o que surpreende é saber que pode estar ocorrendo um plano finamente orquestrado, não somente para manter a dominação do dólar, mas a partir de  sua versão digital ou CBDC, controlar a liberdade econômica global. 

Com a queda do padrão ouro  aplicado ao dólar, no início da década 1970, o governo dos EUA criou o sistema Petrodólar para fortalecer a moeda americana, mantendo a sua  função de moeda de reserva e troca internacional. De lá  para cá alguns lideres e nações propuseram alternativas ao dólar, coincidentemente ou não estes não lograram êxito ou foram até mesmo eliminados.  

Em uma entrevista de 2007, o general aposentado dos EUA Wesley Clark afirmou ter visto um memorando do Pentágono em 2001 que descrevia planos para derrubar governos em sete países, incluindo Iraque, Líbia, Síria e, por último, o Irã. O ponto em comum na maioria destes governos era a venda de petróleo em outras moedas, rompendo com o sistema petrodólar. 

No campo geopolítico, as evidências apontam que esse sistema não admite vácuos ou concorrência. Nações que operam fora dessa lógica, como o Irã com suas transações de petróleo desvinculadas do dólar, tornam-se alvos naturais de neutralização. O memorando citado pelo General Wesley Clark, que delineava a queda de sete países em cinco anos, sugere que a hegemonia militar tem servido como o "braço forte" para pavimentar o caminho para essa integração econômica forçada. Paralelamente, lideranças de grandes gestoras de ativos, como a BlackRock, já sinalizam que a "tokenização" de tudo o que possui valor é o próximo passo inevitável, transformando o direito à propriedade em um registro digital dentro de um livro-razão unificado e centralizado.

Essa arquitetura técnica e política encontra um paralelo direto na escatologia bíblica, particularmente na interpretação adventista de Apocalipse 13. Nessa visão, os Estados Unidos são identificados como a "segunda besta" (a que sobe da terra), uma potência que surge com aparência de cordeiro  defendendo a liberdade e a democracia  mas que acaba por falar como dragão, exercendo uma autoridade coercitiva global.

A conexão torna-se evidente na descrição bíblica de que este poder imporia um sistema onde "ninguém pudesse comprar ou vender" a menos que tivesse a marca de autoridade do sistema. O projeto de controle financeiro digital fornece a ferramenta técnica perfeita para o cumprimento dessa profecia: um mecanismo de exclusão econômica instantânea e absoluta para aqueles que não se ajustarem aos decretos finais. Assim, o que hoje é discutido em fóruns econômicos como "eficiência digital" e "segurança financeira" é visto, sob a lente profética, como a montagem do palco para o teste final de fidelidade, onde a riqueza fugaz se mostrará inútil diante de um sistema desenhado para monitorar e controlar a consciência através do estômago.  Quando o dinheiro deixa de ser um objeto e passa a ser um código vinculado à biometria, o controle sobre a subsistência humana torna-se centralizado e absoluto.




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